Domingo, Outubro 10, 2004

Já sem lágrimas

Naqueles dias olhava o céu, com sua perfeição. E já não havia lágrimas que poderei sangrar; não havia vida que poderei viver; nem morte que se fizeste parar. A angustia fria abraçou-me, acalentou-me com agonia e sons funestos ao ouvido, e, como num sonho tudo era evanescente (Uma sensação que suspendera o coração). Às vezes no delírio do desejo entre as nuvens um sorriso... Ao gritar não ouvia minha voz, mas sentia a garganta queimar, e neste instante agradecia que a dor sustenta o tempo, onde a sentia em meus braços mais uma vez.

13:25 - Sexta-feira, 5 de setembro de 2004


"O estado de arrogância é o apogeu da ignorância, pois um poeta é feito de sensibilidade e não só de conhecimento."

1 comentários:

Blogger Lana disse...

concordo plenamente com esta afirmaçao :)

10:28 AM  

Postar um comentário


<< Voltar para Poesias

Buscar
Banalização da poesia
Lauro Lima
Discussão sobre atualidade com Lauro Henrique Oliveira Lima, que fundou em 1987 a filial da escola piagetiana "A Chave do Tamanho", em Fortaleza.
Ritinha
Um dos mais belos sítios de poesia que tive o prazer de ver...
Cristal Poesia
Sítio muito gostoso de navegar - "Inefável" - clique e veja, vale a pena.